O Club Som de Cristal foi feito para dançar “enquanto o mundo lá fora vai ficando pior” Do kitsch, do romântico e do burlesco nasceu um evento de diversão nocturna, na danceteria Júlio Deniz, no Porto, que chegou recentemente às cinco edições e é um espaço de encontro de gerações.
quinta-feira, 12 de fevereiro de 2026
O Club Som de Cristal foi feito para dançar “enquanto o mundo lá fora vai ficando pior”
Sozinho em palco, apenas apoiado pelo playback e a contar com a sua experiência, canta para uma plateia que enche o Júlio Deniz. O artista que encara de frente o público do cineteatro inaugurado nos anos 1940, mais tarde sala de cinema de filmes para adultos e de há largos anos para cá salão de baile e danceteria, é Marante. O som que se ouve e a letra que entoa sem parecer que os anos passaram pela sua voz é o de Som de Cristal, tema clássico celebrizado pelo músico portuense, também homem da linha da frente dos Diapasão e de há uns anos para cá padroeiro do clube com mais patina da Rua de Costa Cabral. Tudo isto e muito mais aconteceu para celebrar cinco edições do Club Som de Cristal, um óvni numa noite portuense onde entra quem quer encontrar, no mesmo sítio, burlesco, música romântica, cabaret ou Djs, mas num ambiente desempoeirado.




















