Porto limpa e veda viaduto onde dormiam pessoas sem abrigo. “Agora falta-me tudo”
quinta-feira, 24 de setembro de 2026
Há sete anos, Ernesto encontrou o tecto possível debaixo de um viaduto do Porto. Durante muito tempo, o espaço foi só dele e de uma “vizinha” cuja cama era um pedaço de cartão estendido ao lado do seu. Enganavam a dor de não ter casa com a companhia um do outro e de animais recolhidos na rua, enquanto cultivavam um terreno baldio ali ao lado. Um dia, porém, as escavadoras destruíram, sem aviso, o jardim do qual se orgulhavam, abrindo espaço para a construção de um prédio, agora em vias de ser concluído.









