quarta-feira, 29 de abril de 2026

 

Desde 1997 que tenho tido o privilégio de fotografar a Companhia Olga Roriz,é sempre um grande desafio,são momentos únicos com muita magia e energia que Olga Roriz dá nos seus trabalhos. Obrigado pelas oportunidades de acompanhar o teu trabalho ao longo destes anos, obrigado pela tua dedicação, empenho, alegria, profissionalismo, intensidade, pela vida que dás à dança contemporânea. Hoje 29 Abril é um dia especial , Dia Mundial da Dança e tu és distinguida com a Medalha de Mérito Cultural do Governo no Teatro José Lúcio da Silva, em Leiria, no final da apresentação do solo 'O Salvado'.! Parabéns, muitos Parabéns. No Dia Mundial da Dança, celebramos o talento e a entrega de uma das maiores referências da dança em Portugal. A distinção será entregue hoje pelo Governo, em Leiria, logo após a apresentação do solo "O Salvado". Um momento marcante que celebra o regresso de Olga Roriz aos palcos como intérprete.

domingo, 26 de abril de 2026

 

Vimos-te na marcha do 25 de Abril no Porto. Estás aqui? De cravo na mão, no decote, no bolso, trazido ao peito, atrás da orelha, no cão. Vimos-te sozinha de cartaz ao alto e no meio das amigas a gritar: "25 de Abril sempre. Fascismo nunca mais!" Passámos por ti enquanto celebravas mais um ano em liberdade, no Porto, a falares do que ainda ficou por cumprir. Ouvimos-te cantar: "Se o jogo for outro/ fosse o jogo outro/ e’agora o jogo era outro". Por algum motivo, chamaste a atenção do fotojornalista do PÚBLICO que andou no meio de muitos mil. Agora, estão aqui, em boa companhia.

 

O 25 de Abril “está vivo” e celebra-se de cravo erguido A empunhar cravos, pessoas de todas as idades encheram a Avenida da Liberdade, em Lisboa, e as ruas do Porto. O cravo é o protagonista na rua, em Lisboa, mas também no Porto. Na capital, ao ritmo de duas chaimites, a marcha desce a Avenida da Liberdade rumo ao Rossio. No Porto, descreve a Lusa, milhares de pessoas garantem que “Abril está vivo”. Entre os manifestantes, misturam-se idades, cores, cravos, palavras de ordem e o desejo comum de “fascismo nunca mais”.