domingo, 8 de abril de 2018
terça-feira, 3 de abril de 2018
Rui Moreira junta-se ao coro de críticas no apoio às artes
Ver o trabalho completo no Jornal Público
https://www.publico.pt/2018/04/03/fotogaleria/encontro-entre-rui-moreira-e-agentes-culturais-381625
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O compasso a despedir-se do Bolhão
Patricia Carvalho
Paulo Pimenta
Ver o trabalho completo no Jornal Público
https://www.publico.pt/2018/04/03/fotogaleria/o-compasso-a-despedirse-do-bolhao-381687
Patricia Carvalho
Paulo Pimenta
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segunda-feira, 2 de abril de 2018
#Fotógrafo Convidado do Mês de Abril : João Silva
João Silva, natural de Braga, inicia-se no mundo da fotografia em 2012.
De forma auto didata e com um gosto especial direcionado para o fotojornalismo, começou então a desenvolver portfolio na área.
Em 2014 muda-se para Lisboa e apesar de uma breve passagem pela Ar.Co, em finais de 2014 entra para o jornal Público como estagiário e onde posteriormente fica como colaborador.
Na edição de 2015 do Prémio de Fotojornalismo Estação Imagem , torna-se o mais novo fotojornalista a ser premiado, com o 2º lugar na categoria Assuntos Contemporâneos com o projeto "Paralelos" .
Encontra-se neste momento entre Lisboa e Braga , a trabalhar como freelancer e a frequentar a Licenciatura em Audiovisuais e Multimedia na Escola Superior de Comunicação Social.
Depois de anos a estudar, ele procura um emprego, um trabalho, ou uma ocupação temporária. Nem boa nem má. Uma ocupação apenas, com sorte até remunerada. De cabelos brancos e agasalhada com um xaile quente, a avó toma conta das tarefas domésticas enquanto vê televisão. Mantém a fé inabalável, agradecendo um dia de cada vez, ajudando o seu neto, que não consegue ser adulto. Sorri, agarra o terço: “ amanhã é outro dia “. Avó e neto partilham ambos o mesmo espaço: uma casa antiga, cheia de história, mas destruída pela erosão dos anos, pelo pesar dos dias. É a imagem de como as diferentes gerações se cruzam, vivem e se apoiam. Números assustadores dão conta de uma realidade dura e sem grandes previsões de um futuro melhor no país. Braga- 2013/2014
Depois de anos a estudar, ele procura um emprego, um trabalho, ou uma ocupação temporária. Nem boa nem má. Uma ocupação apenas, com sorte até remunerada. De cabelos brancos e agasalhada com um xaile quente, a avó toma conta das tarefas domésticas enquanto vê televisão. Mantém a fé inabalável, agradecendo um dia de cada vez, ajudando o seu neto, que não consegue ser adulto. Sorri, agarra o terço: “ amanhã é outro dia “. Avó e neto partilham ambos o mesmo espaço: uma casa antiga, cheia de história, mas destruída pela erosão dos anos, pelo pesar dos dias. É a imagem de como as diferentes gerações se cruzam, vivem e se apoiam. Números assustadores dão conta de uma realidade dura e sem grandes previsões de um futuro melhor no país. Braga- 2013/2014
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