Hornfuckers: contenção, poesia e punk, por Diana Niepce A plataforma move-se.
quinta-feira, 16 de abril de 2026
Tem amplitudes variáveis que hierarquizam os corpos que a tentam escalar. A grande placa de estética brutalista ergue-se, “gera um sistema que pode ser subvertido, mas obriga a conter os corpos e a um comportamento do sujeito consoante lógicas de dominação e dominador”, diz Diana Niepce, que assume a direcção artística de Hornfuckers.
É um trabalho sobre as coisas que sabemos serem erradas, mas com as quais acabamos por compactuar, “sobre como muitas vezes escolhemos ignorar o que não devia ser ignorado”, explicou a coreógrafa ao Ípsilon. Em Hornfuckers, os intérpretes lutam contra a gravidade, num ambiente pós-apocalíptico, entre contenção, poesia e punk.
Depois da estreia na Culturgest, em Lisboa, a criação de Diana Niepce tem duas apresentações no Porto, no âmbito da programação do festival Dias da Dança. Para ver nesta segunda-feira e na terça-feira, no Teatro Rivoli.






















