segunda-feira, 8 de junho de 2020
PORTO
Algumas horas em Serralves — não em festa, em reflexão
A festa estava marcada também para aquele domingo, 7 de Junho. As 50 horas non stop do Serralves em Festa foram canceladas e a entrada gratuita no museu e parque ficou reduzida às três horas habituais do primeiro domingo de cada mês, entre as 10h e as 13h. Guiados pelas palavras de ordem de Yoko Ono, que espreitam por entre as folhas espalhadas por paredes e cartazes, sempre em maiúsculas, os visitantes passeavam pelo parque, subiam ao Tree Top Walk, punham a máscara para entrarem no museu. "Antes de manusear estes dossiês, o visitante terá de higienizar as suas mãos com gel de álcool", acrescentou-se, à exposição inaugurada pré-pandemia de Arthur Jafa. No jardim ora zen ora espinho de Yoko Ono, exposição panorâmica aberta finalmente a 30 de Maio, as instalações mais concorridas exigiam a participação de quem veio para mais do que ficar a ver, à distância. Um barco de refugiados num mar de tinta azul, onde foram escritas mensagens de apoio a quem tenta chegar à Europa (e, por vezes, ao Futebol Clube do Porto); caderninhos para deixar memórias sobre grilos ou mães. Enquanto um visitante trepava contra as regras o The Curious Vortex, o pavilhão de jardim com um "tornado dentro" de Olafur Eliasson, outra respeitava as indicações da artista nascida em Tóquio espalhadas pelo seu O jardim da aprendizagem da liberdade. Não houve festa nem mais de 200 mil visitantes. Mas não se deixou de entrar, tocar, espreitar, dançar (ao som de música negra), criar, reflectir, deixar.
Texto.RenataMonteiro
Fotos:Paulo Pimenta
ver o trabalho completo no P3 Jornal Público
https://www.publico.pt/2020/06/08/p3/fotogaleria/algumas-horas-serralves-nao-festa-reflexao-401468
Algumas horas em Serralves — não em festa, em reflexão
A festa estava marcada também para aquele domingo, 7 de Junho. As 50 horas non stop do Serralves em Festa foram canceladas e a entrada gratuita no museu e parque ficou reduzida às três horas habituais do primeiro domingo de cada mês, entre as 10h e as 13h. Guiados pelas palavras de ordem de Yoko Ono, que espreitam por entre as folhas espalhadas por paredes e cartazes, sempre em maiúsculas, os visitantes passeavam pelo parque, subiam ao Tree Top Walk, punham a máscara para entrarem no museu. "Antes de manusear estes dossiês, o visitante terá de higienizar as suas mãos com gel de álcool", acrescentou-se, à exposição inaugurada pré-pandemia de Arthur Jafa. No jardim ora zen ora espinho de Yoko Ono, exposição panorâmica aberta finalmente a 30 de Maio, as instalações mais concorridas exigiam a participação de quem veio para mais do que ficar a ver, à distância. Um barco de refugiados num mar de tinta azul, onde foram escritas mensagens de apoio a quem tenta chegar à Europa (e, por vezes, ao Futebol Clube do Porto); caderninhos para deixar memórias sobre grilos ou mães. Enquanto um visitante trepava contra as regras o The Curious Vortex, o pavilhão de jardim com um "tornado dentro" de Olafur Eliasson, outra respeitava as indicações da artista nascida em Tóquio espalhadas pelo seu O jardim da aprendizagem da liberdade. Não houve festa nem mais de 200 mil visitantes. Mas não se deixou de entrar, tocar, espreitar, dançar (ao som de música negra), criar, reflectir, deixar.
Texto.RenataMonteiro
Fotos:Paulo Pimenta
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https://www.publico.pt/2020/06/08/p3/fotogaleria/algumas-horas-serralves-nao-festa-reflexao-401468
Bares e discotecas unem-se em protesto: “Primeiros a fechar. Últimos a abrir”
Cerca de três dezenas de espaços nocturnos do Porto uniram-se em protesto para pedir a reabertura do sector. A Associação de Bares e Discotecas da Movida do Porto defende um regresso à actividade já no dia 15 de Junho. Já a Associação de Bares da Zona Histórica do Porto entende não ser viável financeiramente funcionar a meio gás e reivindica apoios para o sector
André Borges Vieira Paulo Pimenta
Ver o trabalho completo no Jornal Público
https://www.publico.pt/2020/06/07/sociedade/reportagem/bares-discotecas-unemse-protesto-fechar-ultimos-abrir-1919774
Cerca de três dezenas de espaços nocturnos do Porto uniram-se em protesto para pedir a reabertura do sector. A Associação de Bares e Discotecas da Movida do Porto defende um regresso à actividade já no dia 15 de Junho. Já a Associação de Bares da Zona Histórica do Porto entende não ser viável financeiramente funcionar a meio gás e reivindica apoios para o sector
André Borges Vieira Paulo Pimenta
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https://www.publico.pt/2020/06/07/sociedade/reportagem/bares-discotecas-unemse-protesto-fechar-ultimos-abrir-1919774
O underground continua confinado em streaming
Sem data prevista para uma reabertura, os bares de concertos de um circuito alimentado por nichos punk, metal e do rock mais pesado no geral, sobrevivem com dificuldade para aguentar uma estrutura que corre o risco de se desmoronar. Os proprietários são os mais prejudicados financeiramente. Bandas correm o risco de perder palcos.
André Borges Vieira e Paulo Pimenta
Ver o trabalho completo no Jornal Público
https://www.publico.pt/2020/06/07/culturaipsilon/noticia/underground-continua-confinado-streaming-1919797
Sem data prevista para uma reabertura, os bares de concertos de um circuito alimentado por nichos punk, metal e do rock mais pesado no geral, sobrevivem com dificuldade para aguentar uma estrutura que corre o risco de se desmoronar. Os proprietários são os mais prejudicados financeiramente. Bandas correm o risco de perder palcos.
André Borges Vieira e Paulo Pimenta
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https://www.publico.pt/2020/06/07/culturaipsilon/noticia/underground-continua-confinado-streaming-1919797
domingo, 7 de junho de 2020
FOTOGALERIA
Mais de mil pessoas na manifestação contra o racismo no Porto
As manifestações deste sábado, que juntaram mais de mil pessoas no Porto e milhares noutras cidades portugueses, são para protestar contra o que se passou no EUA, mas também “contra o que se passa no Brasil, em Portugal, em Viseu, em Lisboa, na Amadora e no Porto”, disse à Lusa Joana Cabral, dirigente do SOS Racismo.
Paulo Pimenta
Ver o trabalho completo no Jornal Público
https://www.publico.pt/2020/06/07/fotogaleria/manifestacao-racismo-401455
Mais de mil pessoas na manifestação contra o racismo no Porto
As manifestações deste sábado, que juntaram mais de mil pessoas no Porto e milhares noutras cidades portugueses, são para protestar contra o que se passou no EUA, mas também “contra o que se passa no Brasil, em Portugal, em Viseu, em Lisboa, na Amadora e no Porto”, disse à Lusa Joana Cabral, dirigente do SOS Racismo.
Paulo Pimenta
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https://www.publico.pt/2020/06/07/fotogaleria/manifestacao-racismo-401455
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