domingo, 20 de fevereiro de 2022

Muito Feliz por mais este desafio Inauguração da Exposição “NUNCA NADA MUDA MUITO” e estão convidados. 

 CACE CULTURA RUA DO FREIXO ANTIGA CENTRAL ELECTRICA R. do Freixo 1071 Sala 03, 4300-219 Porto Telefone: 22 518 9157

 A partir das 15.30 Inauguração da Exposição “NUNCA NADA MUDA MUITO” Concerto de piano Joana Gama Filme concerto Nueda Azevedo os muros transformam-se em pontes. 400: direcção noeda_azevedo é um ponto de encontro entre o território que a Ana Madureira e eu activamos. Azevedo foi o meu lugar de escuta e para o fazer com todos os sentidos convoquei a sensibilidade do Artur, a atenção da Rita, o olhar do Paulo e a segurança do Samuel. Juntos fomos respondendo às provocacões e transformações que as pessoas e o lugar nos foram oferecendo. 

 NUNCA NADA MUDA MUITO foi a primeira frase que lancei à equipa de escuta para escutarmos o território. Manteve-se como titulo de um lugar. Como coincidência de palavras gravadas. NUNCA NADA MUDA MUITO... NUNCA NADA MUDA MUITO? Activação, escuta e músico:Nuno Preto Escuta e músico: Artur Carvalho Escuta e video: Rita Soeiro Escuta e fotografia: Paulo Pimenta Músico: Samuel Martins Coelho Construção: Pedro A Guimaraes Pós_produção: Mário Santos

terça-feira, 4 de janeiro de 2022

REPORTAGEM ENTRE GRADES 
 Sair da prisão e não ficar preso na rua. 

“Tiveram cuidado, que eu próprio pedi Serviços prisionais e de reinserção mais articulados com serviços sociais desde que a pandemia começou, mas com falhas, como se vê pelos caso de Carlos e de José. Quarto capítulo de uma série sobre o que está a mudar entre grades. 

Ana Cristina Pereira (Texto) e Paulo Pimenta (Fotos) 3 de Janeiro de 2022 
Ver o trabalho completo no Jornal Publico

quarta-feira, 22 de setembro de 2021

#Fotógrafo Convidado do Mês Setembro : Teresa Nunes #

Teresa Nunes é uma fotojornalista portuguesa baseada no Porto. Sempre teve interesse em jornalismo e documentar o mundo através do seu olhar analítico, já desde uma tenra idade, dando os seus primeiros passos com as câmeras analógicas da sua família, fotografando férias, festas, o dia-a-dia e eventos de arte e espectáculo a que assistia. Tem o grau de Mestre em Direito Público e Internacional concedido Universidade Católica Portuguesa e trabalhou como Advogada durante cerca de dez anos antes de optar por se dedicar inteiramente à Fotografia. Em 2017 ingressou no Curso Profissional de Fotografia do Instituto Português de Fotografia – Porto, que terminou em Junho de 2019 com a apresentação do projecto CUIDA(DOR), um projecto que mostra a realidade de um cuidador informal, na sua beleza, resiliência e desafios. Decidiu dar continuidade ao projecto, que já foi, entretanto, publicado no número 2 da Point.51 Magazine. Continua até aos dias de hoje a documentar a realidade dos cuidadores informais. Em finais de Setembro de 2020, fundou o Everyday.Portugal. Em Fevereiro de 2021 iniciou uma nova aventura, passando a fazer parte do corpo docente do Instituto Português de Fotografia. Participou em exposições colectivas e vê regularmente o seu trabalho em publicações como o Expresso, o Observador, a Visão, a Point.51 e o Everyday Everywhere, entre outros. Fez parte da equipa de produção da Ci.CLO na organização da Bienal'21 de Fotografia do Porto.

domingo, 12 de setembro de 2021

As imagens do último dia com uso obrigatório de máscara na rua 

 O uso de máscara no exterior deixa de ser obrigatório a partir de segunda-feira, 318 dias depois, passando a ser facultativo e recomendado em algumas situações, como os aglomerados de pessoas.
 Esta obrigação durou, no total, 318 dias, desde a aprovação da lei, em 28 de Outubro de 2020, em plena pandemia de covid-19, e foi sendo sucessivamente renovada pelo parlamento, o que não acontecerá agora. 
Ver o trabalho completo no Jornal Público
FOTOGALERIA
 A Margem do Tempo São a mesma pessoa em palco e, na vida, além de viverem juntas, admitem ser muito parecidas. Mais: garantem ser “almas gémeas”, unidas por “um amor especial”.
 Depois de uma paragem para descansar, Eunice e a neta Lídia estão, desde o último fim-de-semana, de regresso com A Margem do Tempo, no Auditório Municipal de Oeiras, aos sábados e domingos. 
 
 Ver o trabalho completo no Jornal Público