A despedida de Diogo P. num último concerto na bateria dos Holocausto Canibal Com quase trinta anos de carreira, os Holocausto Canibal são uma das referências nacionais do metal.
domingo, 25 de janeiro de 2026
“Quando vês aves a migrar para a Palestina percebes como têm liberdade total”
Exposição Aves da Palestina de cinco fotógrafos palestinianos, com fotografias de aves captadas na Cisjordânia e em Gaza, foi inaugurada este sábado e fica no Mira Galerias, no Porto, até 28 de Março.
As paredes do Mira Galerias, no Porto, estão, por estes dias, dedicadas à Palestina. Mas de uma forma que a maior parte das pessoas não esperaria. O que os visitantes podem ver na galeria de Campanhã são corujas, abelharucos, estorninhos, abutres, melros ou picanços. Além, é claro, do beija-flor-da-palestina, a ave nacional do território. São imagens captadas por fotógrafos palestinianos, na Cisjordânia e em Gaza, que estão cobertas de significado. Para uns, são o símbolo da liberdade, para outros, encerram a possibilidade de união além-fronteiras, e há também quem encare a sua divulgação como uma missão. Para que se saiba que a Palestina não é só guerra, sofrimento e morte. Três desses fotógrafos viajaram até ao Porto para a inauguração de Aves da Palestina.
Patricia Carvalho (texto)
quinta-feira, 22 de janeiro de 2026
Sibela e Digoo, da Dançando com a Diferença, é melancolia, raiva, catarse
Composta por solos de Isabel Teixeira e Diogo Freitas, dois dos bailarinos da companhia de dança inclusiva, a peça é coreografada por Tânia Carvalho e estreia-se esta quarta-feira no Teatro Viriato.
O solo de Isabel Teixeira é uma dança “mais solitária, triste”. Diogo Freitas, por sua vez, “parece um artesão que está a tentar construir um objecto”: não está contente com a maneira como está a ficar “e então começam a sair momentos de raiva”. Dizia-o, no tema de capa da edição mais recente do Ípsilon, a coreógrafa portuguesa Tânia Carvalho, que esta quarta-feira, no Teatro Viriato, em Viseu, estreia Sibela e Digoo, novo capítulo da sua colaboração com a Dançando com a Diferença, companhia madeirense de dança inclusiva, composta por pessoas com e sem deficiência, que celebra 25 anos de actividade em 2026
Class Enemy e os miúdos de quem a escola já desistiu
“No future”, canta repetidamente Johnny Rotten no final de God save the queen, clássico dos Sex Pistols. Bem que poderia ser o hino das personagens de Class Enemy, jovens a quem não calhou nenhuma rifa quando nasceram e de quem a escola já desistiu — ainda assim, preferem ficar por lá, depois do último toque da campainha, a voltar para casa, onde o que têm à sua espera é um ambiente doméstico completamente desestruturado. A frase por eles escrita na parede da sua sala de aula, cheia de humidade, parece aplicar-se tanto ali dentro como no mundo lá fora: “Cagaram em nós.”
Daniel Dias (Texto)
sábado, 17 de janeiro de 2026
Entre bonecos, animais e uma banana: os últimos dias de Maurizio Cattelan em Serralves A exposição Sussurro, na Casa de Serralves, termina domingo.
https://www.publico.pt/2026/01/14/fotogaleria/exposicao-maurizio-cattelan-414903
Uma avestruz com a cabeça enfiada no chão. Um cavalo suspenso. Uma Capela Sistina em miniatura. Bonecos, muitos, em cada canto da Casa de Serralves. E, claro, uma banana colada na parede (e dela retirada...), motivo para múltiplos debates sobre o valor da arte. Inaugurada em Julho de 2025, Sussurro, do artista italiano Maurizio Cattelan, deixa a Casa de Serralves, no Porto, no próximo domingo.
Uma avestruz com a cabeça enfiada no chão. Um cavalo suspenso. Uma Capela Sistina em miniatura. Bonecos, muitos, em cada canto da Casa de Serralves. E, claro, uma banana colada na parede (e dela retirada...), motivo para múltiplos debates sobre o valor da arte. Inaugurada em Julho de 2025, Sussurro, do artista italiano Maurizio Cattelan, deixa a Casa de Serralves, no Porto, no próximo domingo.
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