De um lado, a tristeza dos comerciantes da zona de diversão das Fontainhas, obrigados a fechar às 18h, do outro, o crescente movimento que tomou conta das esplanadas na Ribeira e na Cordoaria e que culminou em vários ajuntamentos. Pelo segundo ano consecutivo, o São João não teve bailaricos, concertos ou fogo-de-artifício, mas não faltou sardinha assada, música popular e gente a aproveitar a noite com arriscada descontracção.
Maria Monteiro (Texto) e Paulo Pimenta (Fotografia)
Vere o trabalho completo no Jornal Público


















































