quarta-feira, 5 de julho de 2017

O Messias da tecnologia dos Sepultura apareceu num Hard Club cheio
Texto: André Vieira
Fotos: Paulo Pimenta












Ver o trabalho completo no P3 Jornal Público
http://p3.publico.pt/cultura/mp3/24016/o-messias-da-tecnologia-dos-sepultura-apareceu-num-hard-club-cheio

terça-feira, 4 de julho de 2017

Os vizinhos do Rivoli levam a sua vida atrás do balcão para cima do palco
Texto:André Vieira
Fotos:Paulo Pimenta










Ver o trabalho completo no Jornal Público
https://www.publico.pt/2017/07/04/local/noticia/da-loja-para-o-palco-para-representar-o-trabalho-dos-vizinhos-do-rivoli-1777806

segunda-feira, 3 de julho de 2017

Um passeio no Prado do  Repouso
Texto:André Vieira
Fotos:Paulo Pimenta











Ver o trabalho completo no Jornal Público
http://www.publico.pt/multimedia/fotogaleria/um-passeio-nocturno-pelo-prado-dos-mortos-375068
Um esconderijo à beira-rio que é uma viagem dentro de nós
Texto:Mariana Correia Pinto
Fotos:Paulo Pimenta







Ver o trabalho completo no Suplemento Fugas do Jornal Público
http://fugas.publico.pt/hoteis/374888_moinhos-de-ovil

# Fotógrafo Convidado do mês de Julho Jorge Monteiro #

Lágrimas. Foi uma final de lágrimas. Lágrimas demasiadamente salgadas de tristeza que se misturaram com inesquecíveis doces lágrimas de alegria. Lágrimas que se fundiram com as do nosso capitão, o capitão dos capitães. Naquele terrível momento, precoce, em que Payet lesiona Cristiano Ronaldo, tudo parou. O Mundo parou (sim, porque os 15 milhões de portugueses estão espalhados por todo o Mundo). O joelho esquerdo ficou muito mal tratado. Doeu-nos a todos. E ele, que é rijo, que é insuperável, que é determinado como ninguém, que é decisivo, que é marcante, que é solidário, que é líder por excelência, insistiu. Manteve-se em campo. Dez minutos depois as lágrimas que lhe jorravam pelo rosto previam o pior, mas nem assim cedeu, sim, porque ele não desiste nunca. Saiu apenas com a esperança de que aquela ligadura fizesse milagres. Mas não, não fez. E aos 25 minutos de jogo, já depois de, em evidentes dificuldades físicas, ter participado numa jogada em que Adrien rematou para fora, abandonou Saint-Denis de maca e em pranto. O Mundo desabava. Para ele, que tanto e tanto e tanto lutou por este momento, e para nós. As lágrimas amargas desse momento deram mais tarde lugar a lágrimas de uma imensa, profunda, inesquecível alegria. Porque Portugal foi o Portugal deste Europeu, foi o Portugal concebido por Fernando Santos, o crente, e a 11 minutos do final do prolongamento Éder, com um remate absolutamente imprevisível e espectacular, deu o primeiro título da história do futebol português. Épico, memorável. E 15 milhões voltaram a chorar, Cristiano Ronaldo incluído. Texto de Manuela Brandão














Jorge Monteiro Reportér Fotográfico Nascido no Porto, em 1972 começou a sua atividade em 1993 no Jornal desportivo “O Jogo" no qual se manteve durante 12 anos.  Em 2005 mudou-se  para a Gestifute Media onde se mantém até hoje.