quarta-feira, 2 de setembro de 2015

Coura à chuva não é para meninos
Texto de Amanda Ribeiro
Fotos Paulo Pimenta













ver o trabalho completo no P3

Nós flutuamos
Texto Amanda Ribeiro
Fotos Paulo Pimenta
ver o trabalho completo no P3








terça-feira, 1 de setembro de 2015

Toda a gente salta
Fotos:Paulo Pimenta
Texto:Luisa Pinto

http://www.publico.pt/multimedia/fotogaleria/salto-para-agua-352169










Mês de Agosto sempre o mesmo cenário 








#Fotógrafo Convidado do Mês Setembro : Douglas Rogerson#
















Percebes
Percebes é um ocupa que vive numa casa abandonada no Porto. Ele vive com o seu irmão em condições degradadas sem água corrente ou electricidade, mas que tenta manter a sua dignidade mantendo uma ordem e arrumação no seu quarto que serve como /sala/cozinha. Percebes ganha a vida como arrumador de carros perto de um supermercado da zona e fazendo sucatagem nos caixotes de lixo para encontrar metal, que depois vende a um sucateiro. Vive também da apanha de percebes, donde lhe vem o petit nom.

Douglas Rogerson é um fotógrafo freelancer, que vive no Porto e trabalha em fotojornalismo e fotografia documental. Trabalha com algumas publicações nacionais, blogs, ONGs e como correspondente da Sanoma Media Group da Finlândia.

sábado, 1 de agosto de 2015

#Fotógrafo Convidado do Mês de Agosto : Rui Caria #















Há tanto no comum. Há tanto durante a viagem; quase sempre mais do que à chegada. É isso que me atrai; o comum durante a caminhada. Se cada fotografia encerra uma história, pode-se documentar o mundo, bastando apenas olhar para o quotidiano. Os salpicos de momentos irrepetíveis que nos atingem em catadupa, são um desafio à atenção. Quem busca a fotografia neste intervalo entre a partida e a chegada, cansa-se mais. Cansa-se de um cansaço bom, uma fadiga emocional que dá força em vez de esgotar; é difícil explicar este estado de ver permanente, com, ou sem câmara; Ver; poderá ser mais aquilo que somos do que aquilo que fazemos; talvez por isso haja esta diferença tão grande que conhecemos na fotografia, já que cada pessoa vê através daquilo que é. A câmara aprende-se, a técnica treina-se, os conceitos estudam-se, mas o acto de ver, faz com que sejamos filtros de nós mesmos e são esses filtros os responsáveis por esta imensidão, que faz com que a fotografia seja, primeiro, apaixonante e só depois, outra coisa qualquer. RC