domingo, 27 de abril de 2014

40 anos depois
Porto, 24 e 25 de Abril 201 4
Fotos:Paulo Pimenta
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sábado, 19 de abril de 2014

Uma aldeia assombrada por um fugitivo
São João da Pesqueira, 18 Abril 2014
Foto:Paulo Pimenta 01 03 07 08 11 13 14 15
Ver o trabalho completo no Público online
http://www.publico.pt/sociedade/noticia/uma-aldeia-assombrada-por-um-fugitivo-1632812#/15

domingo, 13 de abril de 2014

Reformados saíram à rua contra cortes
Porto, 12 Abril 2014
Fotos:Paulo Pimenta

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quinta-feira, 10 de abril de 2014

Um muro em frente à Lionesa, Leça do Balio
Leça do Balio, 10 Abril 2014
Fotos:Paulo Pimenta
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Ver o trabalho completo no Público online
http://www.publico.pt/multimedia/fotogaleria/um-ural-333017#/0

domingo, 6 de abril de 2014

# Fotógrafo Convidado do Mês de Abril : Paulo Cunha Martins #

Paulo Cunha Martins_01 Paulo Cunha Martins_02 Paulo Cunha Martins_03 Paulo Cunha Martins_04 Paulo Cunha Martins_05 Paulo Cunha Martins_08 Paulo Cunha Martins_07 Paulo Cunha Martins_06 Paulo Cunha Martins_09 Paulo Cunha Martins_11 Paulo Cunha Martins_10 Paulo Cunha Martins_12
Sempre achei o número 12 um número redondo, tal como são para mim os processos de aprendizagem. No final de um ciclo de aprendizagem, o episódio revela-se circular, apesar de nos iludirmos, pensando que vamos na direção de um lugar onde nunca estivemos antes. Este é um delírio útil ao processo criativo, faz parte de uma projeção. No retorno ao inicio do círculo, somos a mesma pessoa e sentimo-nos mais claros mas nunca deixamos de ser nós próprios, embora declinados por uma qualquer projeção delirante. A fotografia acompanhou-me ao longo destes percursos de vida, e ela como testemunho, transformou-se na medida do ímpeto do meu desejo. Sinto que consigo andar nestes carroceis porque não vejo exposições de fotografia, não tenho muitos amigos fotógrafos, não faço parte disso. Tenho a certeza de que se o fizesse, me sentiria refém de uma comparação, de uma correspondência. A problemática da minha relação reside nesta dualidade onde os lados iguais que se anulam. Talvez por isso continue a caminhar nestes círculos, nunca satisfeito e sempre em desafio. Estou sozinho e isso não me faz sentir mal. Assim a minha falta de coerência não chateia ninguém.


Paulo Cunha Martins