domingo, 3 de junho de 2012

Peça Dança O Baile
Serralves em Festa
Porto,01 Junho 2012
Fotos:Paulo Pimenta
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sexta-feira, 1 de junho de 2012

# Fotógrafo Convidado do Mês Junho :Luísa Ferreira #

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Luísa Ferreira Lisboa, 1961 Fotógrafa independente, vive e trabalha em Lisboa. Começou a fotografar profissionalmente em meados dos anos 1980 e tem exposto, regularmente, projectos pessoais e encomendas. Em 1989 integrou a equipa de fotojornalistas fundadores do jornal Público (1989-1996) e foi correspondente da agência de notícias Associated Press (1996-1998). Publicou, entre outros, o livro Azul (2002) sobre os não-lugares, com texto de Agustina Bessa-Luís. Mais recentemente, expôs Nós (Galeria Pente 10, Lisboa, 2011), e participou na exposição Au Féminin. Women Photographing Women 1849-2009 (Curadoria Jorge Calado, Centro Cultural Calouste Gulbenkian, Paris, 2009). http://luisaferreiraphotography.blogspot.com | http://www.luisaferreira.com

quinta-feira, 24 de maio de 2012

Spain num Hard Club para “gente sentada”

Concerto Spain Hard Club
Porto, 19 Maio 2012
Fotos:Paulo Pimenta
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Passaram 13 anos desde a última visita dos Spain ao Porto. Entretanto, o Hard Club, ‘habitat musical’ que se tinha convertido num sítio-ícone, venerado por bandas e espectadores, mudou da Margem Sul (sim, também temos disso nestas paragens) para a Margem Norte do Douro. Em 1999 a banda confrontou-se com uma adesão tão massiva, quanto inesperada de fãs, de tal sorte que o trânsito havia de ressentir-se e entupir os acessos ao local do concerto. A contrastar com esta descrição, o espetáculo de sábado passado traduziu o perfil intimista da banda, até no modo discreto como encararam o palco e o público. Num concerto dividido em duas partes, fizeram desfilar na íntegra o último álbum de originais que acabam de editar “The Soul of Spain”, de 2012, após um período sabático de uma década. Josh Haden, filho do mítico Charlie Haden, músico do território jazz, soube sempre as tarefas que incumbem a um bom mestre-de-cerimónias, ao longo de duas horas. Num concerto em que os músicos se apresentaram numa toada de solenidade espiritual, uma tribo copiosamente ecuménica e conhecedora acolheu-os com o espírito recetivo de quem estava no local apenas e só pelo prazer da música, o que não é tão pouco. It's So True abriu o ritual celebrativo, seguiram-se-lhe de uma assentada os temas Ten Nights e Dreaming of Love, e não tardou muito até que os músicos norte americanos abordassem com igual profissionalismo Untitled #1. A atmosfera vivenciada assemelhava-se e muito à que se vive no Teatro António Lamoso, aquando do Festival para Gente Sentada. E o peso da atitude de um certo recolhimento por parte dos músicos, não tardou em despertar uma intenção fraturante por parte de um elemento do público, que atirou um sonoro “Boa Noite!” Spiritual deu o mote para o ritual celebrativo em que o poder de interpretação de Haden mais se acentuou ao nível vocal. Pouco tempo depois desta última prece performativa, e ainda ao sabor de um deleitada fruição por parte do público, o líder anuncia uma inusitada interrupção de dez minutos, que se registou ao fim de uma hora e uma boa dezena de temas interpretados. Em formato de quinteto, os músicos regressam para uma segunda parte, também ela preenchida, para o efeito Haden está acompanhado nesta digressão pela formação atual: Daniel Brummel na guitarra, elemento que passou a integrar o grupo em 2009, de Matt Mayhall, na bateria, do contributo do membro ‘emprestado’ Dylan McKenzie, noutra guitarra, e pelo ambivalente Randy Kirk, timoneiro das teclas e que se incumbe da terceira guitarra da banda. No segundo capítulo houve matéria musical percorrida cuja incidência recaiu nos álbuns anteriores, “She Haunts My Dreams”, de 1999, e em “I Believe”, com chancela registada em 2001. E um dos temas mais festejados deste período, mesmo em estilo de contenção festiva, foi o homónimo do álbum de 1999. Our Love is Gonna Live Forever haveria de sinalizar o cair do pano, mas não sem um encore para findar em tom de cortesia para com a insistência do público. E afinal, queremos que todos saibam, sem secretismos, que Nobody Has to Know foi a derradeira. Um concerto em duas partes em que a comunhão foi logo à primeira, mas também foi solene… João Fernando Arezes

terça-feira, 1 de maio de 2012

#Fotógrafo Convidado do Mês de Maio Ricardo Castelo #

praia_mangualde_6 02 indignados_3 tanoeiro_8 05 estacao_s_bento_10 congresso_ps_65 08 09 010 Nasci em Paços de Ferreira em 1976. Estudei na ESAP. Comecei a trabalhar no “Janeiro”, até mudar para o 24 Horas, onde permaneci cinco longos anos. Desde de 2009 que trabalho como freelancer. Colaboro com a 1\2 Formato, Nfactos, Sol e i. O Pimenta lançou-me o desafio de escolher algumas imagens para o Fotopress. Decidi centrar a escolha em imagens feitas na minha condição de tarefeiro. Algumas publicadas, outras nem por isso. São simplesmente imagens que me dizem alguma coisa... A miragem das férias, os navios dos Estaleiros de Viana, a geração mais ou menos indignada, o trabalho, a sombra de um partido, o público de um desfile de moda, a euforia de uma claque e a missa de Sábado à noite.

sábado, 21 de abril de 2012

Manifestação contra o encerramento da Escola da Fontinha Porto, 19 Abril 2012 Fotos:Paulo Pimenta P01 P02 P03 P04 P05 P06 P07 Protestar Protestar é uma chatice. Obriga a deixar o sofá, a ir para a rua, mesmo que chova. Às vezes, a abrir a boca e gritar, outras a sentar-se no chão em frente a uma barreira de polícias ou à frente de um camião. E protestar não é só uma chatice para quem protesta. Também o é para quem é alvo do protesto e que é obrigado, nem que não queira, a ouvir berrar o que não gosta. Também o é para a polícia, enviada para manter a ordem, mesmo que a desordem (às vezes) seja potenciada apenas porque a polícia lá está. E até para quem não tem, ou julga não ter, nada a ver com aquilo e é apanhado no meio do turbilhão. Protestar é uma chatice. Dá trabalho, obriga, às vezes, a acordar antes de o sol nascer, a dormir apenas quando ele já está quase a chegar. A lidar com os exageros de quem nem sabe muito bem porque está ali, mas que não tem dúvidas sobre a melhor forma de aparecer na televisão e, às vezes, quase deita tudo a perder. Protestar é uma chatice? É. Às vezes, é. Mas não quero estar cá para ver o dia em que não haja quem acredite que ainda vale a pena protestar. Patrícia Carvalho

quarta-feira, 11 de abril de 2012

Danza de Rui Horta
Casa Da Música
Porto,10 Abril 2012
Fotos:Paulo Pimenta
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