terça-feira, 6 de março de 2012

Festival MexeFest
Porto, 02 e 03 de Março 2012
Fotos:Paulo Pimenta
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quinta-feira, 1 de março de 2012

#Fotógrafo Convidado do Mês Março:Paulo Lopes #

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Tenho 41 anos, metade dos quais como fotógrafo profissional. Depois de três cursos de fotografia ( Iade, IPJ e Cenjor ) trabalhei nos jornais Público e Record e na agência Reuters. Surge então o convite do grupo Impala que me leva para o mundo do retrato e da moda. A par das revistas, faço campanhas de publicidade em Portugal e no estrangeiro.Não gosto de definições e quando me perguntam o que faço respondo apenas que sou fotógrafo. Qualquer substantivo que possa acrescentar é na minha opinião redutor. Gosto realmente de muitas áreas dentro da fotografia, que vão do retrato à moda, do fotojornalismo ao nú.Para este portfólio decidi escolher só fotografias a cores. Tenho assim uma desculpa para voltar ao blog do Paulo Pimenta com um portfolio a preto e branco .

sábado, 25 de fevereiro de 2012

Trabalho Final
#PP_THOMAS_12
Olhar

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

Salão Erótico Vestido Gondomar
Gondomar, 10 Fevereiro 2012
Fotos:Paulo Pimenta
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sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

Inesquecível Emília
Estabelecimento Prisional de StªSanta Cruz Bispo
Matosinho,02 Fevereiro 2012
Fotos:Paulo Pimenta
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Inesquecível Emília é uma peça de teatro que junta 15 mulheres do Estabelecimento Prisional de Santa Cruz do Bispo, em Matosinhos.
As cartas que gostariam de receber na prisão é o ponto de partida desta peça que estreia no Dia dos Namorados e repete nos dois dias seguintes, sempre às 21h00.
As cartas falam de amor e o palco transforma-se num cabaret pela mão da PELE – Espaço de Contacto Social e Cultural, do Porto.
Cartas:
“Não existe passado nem presente sem ti e as recordações parecem insuficientes para encher os meus dias de alegria e esperança. Mas é tudo o que eu tenho neste momento. A minha vida é a tua vida e toda ela te pertence… Teu amor”.
“Por que é que quiseste crescer tão rápido e nunca me ouviste? Tentei dar-te a melhor educação e avisar-te dos perigos e enganos desta vida, mas tudo o que eu te dizia entrava por um ouvido e saía por outro (…). Quero transmitir-te muita força, coragem e paciência. E sobretudo o meu amor. O meu amor de mãe que nunca se desvaneceu e que te vai continuar a apoiar e a lutar pela tua liberdade. És e sempre serás a minha menina”.
“Sou o teu anjo da guarda. Apesar de não te recordares bem de mim, eu sei que vivo dentro do teu coração. Mas eu lembro-me tão bem de ti… Tinhas poucos meses e eu adorava-te. Todos os dias, depois de acordar, corria para a cama dos pais para estar contigo”.
“Minha querida mamã, não quero que fiques triste porque vais sair daí e vamos voltar a ser felizes. Fazes-me muita falta e vai ser sempre a melhor mãe do mundo!”.
Sara Dias Oliveira

sábado, 4 de fevereiro de 2012

Concerto Deus no Teatro Sá Da Bandeira
Porto, 03 Fevereiro 2012
Fotos:Paulo Pimenta
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dEUS existe! E a prova foi que esteve no Sá da Bandeira…

E foram muitos os crentes em dEUS que viram a banda de Tom Barman ‘abrir o Livro… do Genesis’, quer dizer, conceder um concerto de total entrega e competência testemunhada logo aos primeiros acordes. E mesmo a ter de lidar com alguns problemas relacionados com a qualidade do som, rapidamente debelados, a banda empenhou-se em conquistar a comunhão com o público, algo que se foi acentuando de forma paulatina até ao êxtase final. Alguém, num café nas proximidades do Teatro Sá da Bandeira, e que nada teria a ver com este culto à banda belga, documentava nas costas de umas vestes a frase premonitória para o ritual: “Que Deus proteja o nosso destino”.

E, em abono da verdade, deve dizer-se que a liturgia musical apresentada recuou do Novo até ao Antigo Testamento. Se o mais recente álbum "Keep you Close" não passou incólume, foi com alguns dos clássicos como Suds and Soda, do primordial “Worst Case Scenario”, Instant Street, do marcante “The Ideal Crash”, bem como Sun Ra, de um dos mais recentes, mas nem por isso menos emblemático, falamos é óbvio de "Pocket Revolution", que mais se celebrou a epifania. Foram à volta de uns ‘20 Mandamentos’. O público rezou por eles, uma vez mais, e por duas vezes ‘o mar de gente abriu-se’ e deixou-os vir ao púlpito. A cerimónia repetiu-se para gáudio dos fiéis. Numa casa que já foi sede de pornografia, ter um orgasmo com os dEUS não é pecado. E foi só isso o que aconteceu. No final, já com as gargantas estouradas pelo reivindicar de dois encores, a boca estava seca, apeteceu dizer: ‘Mr.Barman’, two beers, please! Mas isso não aconteceu. Certo é que o Sá da Bandeira foi mesmo o Olimpo e os mortais, tal como os dEUS(es), acreditaram nisso.

João Fernando Arezes